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terça-feira, 30 de novembro de 2010


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 Pratique os 3Rs







A reciclagem no Brasil

Reciclagem feita de tampinhas de garrafas pet.


                   Garrafas pet sendo reultilizadas decoradas com  miçangas, papel reciclado, barbantes, crochê.

Lâmpadas recicladas viram Lamparinas.



A Reciclagemna maioria das cidades do Brasil é feita pelo sistema de coleta seletiva, existente em muitos lugares do país. Geralmente é um serviço semanal de coleta de materiais previamente separados pela população.

Com o passar dos anos e o aumento dos fenômenos naturais, causados pelo aquecimento global e outros também causados pela poluição, a população mundial vem se preocupando e se conscientizando sobre métodos de reciclagem.

A cidade brasileira que mais recicla o lixo é Curitiba. Aproximadamente 20% de todo o lixo produzido na capital paranaense são reciclados. Este processo contribui para a formação de uma consciência ecológica e valoriza a limpeza pública.

A reciclagem ainda aumenta a vida útil dos aterros sanitários. No Brasil, falta apoio tecnológico e financeiro para que as pequenas e médias empresas recicladoras possam melhorar este processo.

Cientistas criam nova técnica para reciclagem de plástico

www_ecoblogs_com_br_sem_sacolas_plasticasAtualmente o plástico é um dos materiais mais utilizados do mundo, mas ele pode levar centenas de anos para se degradar. Além disso, o plástico é caro de reciclar e requer um gasto energético significativo, particularmente na triagem e separação dos diferentes tipos de polímeros existentes.
Enquanto um grupo de cientistas na University Park, Pennsylvania, EUA, desenvolve pesquisas para a produção de um plástico autodestrutivo ao ser exposto a agentes ambientais. Cientistas da Argonne National Laboratory, Illinois, desenvolveram uma técnica para converter resíduos plásticos em micro-esferas de carbono chamadas de carbono negro, otimizando a reciclagem do material.
A criação dessas partículas consiste em aquecer o plástico dentro de um reator a 700º C. Nessa temperatura é aplicada pressão, que quebra as ligações entre os átomos de hidrogênio e carbono existentes nas cadeias de polímero. O hidrogênio se torna gás e o que resta são as micro-esferas de carbono.
Essa técnica pode ser utilizada para reciclar montanhas de plástico de baixo valor agregado, que não compensam atualmente, o custo da reciclagem. Além de poder ser aplicado a todos os tipos de polímero. As micro-esferas resultantes do processo de reciclagem podem ser usadas em tintas, lubrificantes e pneus, e até mesmo incorporados os ânodos de baterias de íon de lítio.

Máquina de reciclagem completa o ciclo do refrigerante


O funcionamento das máquinas de refrigerante é algo ridiculamente simples (por fora, digo) pois basta inserir algumas moedas ou notas e magicamente uma latinha aparecerá na abertura da máquina. Pensando nisso a EnviroBank usou o mesmo aspecto visual para criar uma máquina de venda ao contrário, que recolhe, limpa e já amassa latinhas e garrafas PET.
A máquina ainda pode dar créditos em dinheiro e cupons de descontos em lojas próximas para os ecologicamente conscientes que alimentarem a máquina com os restos de suas bebidas carbonadas. O funcionamento é simples, basta inserir o lixo, assistir a uma propaganda na telinha de LCD e pegar o que você for ganhar por ter sido uma pessoa bacana com a natureza.
As máquinas já estão sendo testadas na Austrália, país natal da EnviroBank e aposto que em breve eles irão descobrir que as pessoas terão jogado até mesmo animais de rua para conseguir um descontinho em alguma loja. É bom eles criarem um bom sistema de detecção de plásticos e garrafas.

As cores da reciclagem

Sempre que você observar cestos de lixo de cores diferentes pode ter certeza de que são áreas próprias para o depósito de lixo reciclável. Confira abaixo as cores da reciclagem.



Amarelo: metal
Azul: papel
Branco: resíduos hospitalares
Cinza: resíduos não-recicláveis
Laranja: resíduos perigosos
Marrom: resíduos orgânicos
Preto: madeira
Roxo: resíduos radioativos
Verde: vidro

Vermelho:
plástico

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Vamos reciclar?




A preservação do meio ambiente começa com pequenas atitudes diárias, que fazem toda a diferença. Uma das mais importantes é a reciclagem do lixo. O motivo é simples de entender.
Nos dias de hoje, quem vive em áreas urbanas produz, em média, 1 quilo de lixo por ano. Aí se incluem materiais que são tirados da natureza, como papéis, plástico, vidro e alumínio, e podem muito bem ser reaproveitados - em vez de serem simplesmente jogados em aterros sanitários e se transformar em poluição.
Para contribuir nesse sentido, nós do blog “Um Caminho Sustentável” preparamos um guia para você não perder mais tempo e começar a reciclar já!

DÚVIDAS COMUNS

1. O lixo reciclável deve sempre estar seco e limpo:

PAPÉIS: todos os tipos são recicláveis, inclusive caixas do tipo longa-vida e de papelão. Não recicle papel com material orgânico, como caixas de pizza cheias de gordura, pontas de cigarro, fitas adesivas, fotografias, papéis sanitários e papel-carbono.







PLÁSTICOS: 90% do lixo produzido no mundo é composto de plástico. Por isso, esse material merece uma atenção especial. Recicle sacos de supermercados, garrafas de refrigerante (pet), tampinhas e até brinquedos quebrados.




VIDROS: quando limpos e secos, todos são recicláveis, exceto lâmpadas, cristais, espelhos, vidros de automóveis ou temperados, cerâmica e porcelana.





METAIS: além de todos os tipos de latas de alumínio, é possível reciclar tampinhas,
pregos e parafusos. Atenção: clipes, grampos, canos e esponjas de aço devem ficar de fora.




2. E o isopor?
Ao contrário do que muita gente pensa, o isopor é reciclável. No entanto, esse processo não é economicamente viável. Por isso, é importante usar o isopor de diversas formas e evitar ao máximo o seu desperdício. Quando tiver que jogar fora, coloque na lata de plásticos. Algumas empresas transformam em matéria-prima para blocos de construção civil.

3. Como separar o lixo doméstico?
Primeiro de tudo: não misture o lixo reciclável com material orgânico, como sobras de alimentos e cascas de frutas e legumes. Coloque o lixo em sacos separados para plásticos, vidros, metais e papéis. ATENÇÃO: lave bem as embalagens, como latas, garrafas e frascos de vidro. Deixe tudo bem sequinho antes de embalar.
Os papéis podem ser dobrados, mas não amassados. Os vidros, metais com pontas e outros materiais cortantes devem ser embrulhados em papel grosso (como papelão) ou colocados em uma caixa para evitar acidentes. Não misture garrafas ou frascos com vidros planos.

4. Como implantar a coleta seletiva no seu prédio?
A ONG Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) ensina o que você deve fazer. Primeiro de tudo, peça ajuda a voluntários e monte uma equipe. Vocês devem procurar informações sobre a reciclagem, tipos de depósitos, o treinamento dos funcionários, a melhor forma de divulgação com os moradores etc.
De acordo com a aceitação dos outros condôminos, a equipe deve decidir se cada morador levará seu lixo até as lixeiras ou haverá coleta interna em cada apartamento. Depois, é preciso decidir um lugar para armazenar o lixo enquanto espera pela coleta da prefeitura ou dos catadores.


CURIOSIDADES
- A reciclagem de uma única lata de alumínio economiza energia suficiente para manter uma TV ligada por 3 horas.
- Mais de 160 mil pessoas vivem no Brasil exclusivamente de coletar latas de alumínio e recebem em média 2 salários mínimos por mês, segundo a Associação Brasileira de Alumínio.
- O lacre da latinha não vale mais e não deve ser vendido separadamente. As empresas reciclam a lata com ou sem o lacre. Isso porque o anel é pequeno e pode se perder durante o transporte.
- Para produzir 1 tonelada de papel é preciso 100 mil litros de água e 5 mil kW de energia. Para produzir a mesma quantidade de papel reciclado, são usados apenas 2 mil litros de água e 50% da energia.
- Cada 100 toneladas de plástico economizam 1 tonelada de petróleo.
- O vidro pode ser infinitamente reciclado.

Diferença entre sacos plásticos e sacos de papel:

O que é sustentabilidade?

Nunca antes se ouviu falar tanto nessa palavra quanto nos dias atuais: Sustentabilidade. Mas, afinal de contas, o que é sustentabilidade?
Segundo a Wikipédia: “sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”.
Mas você ainda pode pensar: “E que isso tudo pode significar na prática?”
Podemos dizer “na prática”, que esse conceito de sustentabilidade representa promover a exploração de áreas ou o uso de recursos planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir.
  A exploração e a extração de recursos com mais eficiência e com a garantia da possibilidade de recuperação das áreas degradadas é a chave para que a sustentabilidade seja uma prática exitosa e aplicada com muito mais freqüência aos grandes empreendimentos. Preencher as necessidades humanas de recursos naturais e garantir a continuidade da biodiversidade local; além de manter, ou melhorar, a qualidade de vida das comunidades inclusas na área de extração desses recursos é um desafio permanente que deve ser vencido dia a dia. A seriedade e o acompanhamento das autoridades e entidades ambientais, bem como assegurar instrumentos fiscalizatórios e punitivos eficientes, darão ao conceito de sustentabilidade uma forma e um poder agregador de idéias e formador de opiniões ainda muito maior do que já existe nos dias atuais.
De uma forma simples, podemos afirmar que garantir a sustentabilidade de um projeto ou de uma região determinada é dar garantias de que mesmo explorada essa área continuará a prover recursos e bem estar econômico e social para as comunidades que nela vivem por muitas e muitas gerações. Mantendo a força vital e a capacidade de regenerar-se mesmo diante da ação contínua e da presença atuante da mão humana.